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Sons do Brasil | Ricardo Grilli (NY)


Atuando na cidade de Nova Iorque, o guitarrista e compositor brasileiro Ricardo Grilli, é uma das vozes de maior destaque da guitarra moderna tendo recebido críticas excelentes de veículos renomados como o New York Times, Downbeat, Jazz Times e All About Jazz. Já se apresentou com músicos de destaque internacional como Chris Potter, Chris Cheek, Eric Harland, Will Vinson, John Escreet, EJ Strickland, Aaron Parks e Joe Martin entre outros. Seu lançamento mais recente "1954" conta com Aaron Parks, Joe Martin e Eric Harland. Ricardo já se apresentou nos maiores clubes de jazz do mundo como Blue Note, Iridium, Smalls, Scullers (Boston), Sidedoor (Connecticut), The Rex (Toronto), The A-Trane (Berlin), JazzB (São Paulo) e muitos outros. Em 2013 lançou seu primeiro CD, If On A Winter's Night a Traveller ecolhido por Steve Greenlee da Jazz Times como melhor debut record de 2013. É bacharel em guitarra e violão com honras pela Berklee College Of Music e mestre em Jazz Studies pela New York University.

SOBRE O MAIS NOVO TRABALHO - CD "1954"

Ricardo Grilli - Guitarra Aaron Parks - Piano

Joe Martin - Bass Eric Harland - Drums

New York Times

7 de outubro de 2016

Nate Chinen

Ricardo Grilli é um guitarrista postbop com um interesse no cosmos. Seu novo álbum, "1954", tem faixas com títulos como "Cosmonauts" e "Radiance". Esse conceito é muito natural para o Sr. Grilli, que nasceu em São Paulo, mas agora vive no Brooklyn, e tem um gosto para o ultramoderno. Há uma qualidade atraente e aventureira na primeira faixa do álbum, "Arcturus," que tem o nome da estrela mais brilhante no céu do hemisfério norte. Apresentando um grupo de primeira linha - o pianista Aaron Parks, o baixista Joe Martin, o baterista Eric Harland - tem um groove de rock motriz sobre o qual o Sr. Grilli desdobra um solo impressionante e flutuante.


Downbeat Março de 2017

Bill Milkowski

Em seu segundo álbum, o guitarrista de Nova York, Ricardo Grilli, é acompanhado pelo pianista Aaron Parks, pelo baixista Joe Martin e pelo baterista Eric Harland, em um programa que vai do "Breathe", ao estilo latino, ao opener distorcido "Arcturus" para o post-bop swinger "Pulse".

A técnica considerável e Grilli está em pleno efeito em cada faixa. O guitarrista também grava atraentes retratos musicais no calmante "Pogo56", que se desliza ao longo da batida "Poinciana" de Harland, e em "Far Away Shores" de sabor brasileiro, que tem Harland tocando a bateria com as mãos na primeira metade antes de recorrer as baquetas e sublinhando os procedimentos com um sulco percolating, interativo.

O rock-tinged "Radiance" sugere a influência de Radiohead e Kurt Rosenwinkel, enquanto a encantadora e atmosférica "Anéis" é uma balada para os anéis celestes ao redor do planeta Saturno.

O quarteto leva as coisas a um nível no dinâmico "Vertigo", que tem Grilli lamentando com abandono agressivo contra a atividade giratória de Harland ea coleção dramática de Parks. Esta é uma saída admirável por um novo rosto na cena.

Step Tempest Blog 11 de setembro de 2016

Richard Kamins

O novo álbum apresenta uma banda impressionante, incluindo Aaron Parks (piano), Joe Martin (baixo) e Eric Harland (bateria). O guitarrista tem fornecido com nove peças originais e, embora você possa ouvir uma dica de Pat Metheny e Kurt Rosenwinkel de vez em quando, essas composições são maduras, pensativo e cheio de melodias maravilhosas. Não procure influências, basta ouvir e você ouvirá um músico confiante tocando com uma seção rítmica que suporta, empurra e dá tudo. Observe as melodias - a maioria são verdadeiramente inteligentes, bem desenhados e não riffs de guitarra chamativos que levam a longos solos. Ricardo Grilli, lembre-se desse nome. A julgar pelos seus dois álbuns, ele é um bom compositor, um jogador inteligente, um excelente arranjador, e, as chances são boas, ele estará fazendo boa música por um longo tempo.

A banda (Ricardo Grilli: Guitarra - Aaron Parks: Piano - Joe Martin: Bass - Eric Harland: Drums)

Trilha de jazz 28 de setembro de 2016

"1954" é o título do segundo álbum de originais do guitarrista Ricardo Grilli, nascido em Nova York, que foi acompanhado por uma tremenda equipe de músicos: Aaron Parks no piano, Joe Martin no baixo e Eric Harland no bateria. Seguindo as recentes tendências do jazz e influenciado por seu próprio passado e pela Era Espacial, Grilli compõe nove músicas que revelam influências de diversos estilos. Na primeira faixa, "Arcturus", sua guitarra sustentada strumming ancora na rocha, fantasticamente afiado em Harland. O guitarrista usa a maior parte do braço de guitarra para uma improvisação rápida que engloba várias oitavas, mostrando suas habilidades como solista. O repouso de "Breathe", um cha cha cha moderno com texturas harmônicas macias e sem improvisações, é repetido em "Rings", uma balada crescente que encontra apoio na beleza de sua progressão de acordes implacável. O galopante "Radiance", que habita em um universo de fusão de jazz, rock e pop, é arranjado com riffs de guitarra intrépidos, ritmos implacáveis culmina com solos calorosamente expressivos por Parks e o líder da banda. "Cosmonauts" atinge um lado mais escuro, sugerindo mistério e incerteza. Nossa apreensão se transforma em assombro quando ouvimos o solo motivador de Parks. Pode-se encontrar um certo lirismo brasileiro na melodia da melodia e vislumbres de Radiohead no fingerpicking de Grilli. A última música, "Pulse", deixa para trás qualquer conotação com o universo pop / rock e oscila ao longo de um ritmo apressado, recorrendo a conhecidos dialetos bebop. Além da fluidez do guitarrista e compositor, temos improvisações estimáveis or Martin e Parks. Ricardo Grilli aguça a sua voz, liberta a sua criatividade, e oferece um novo álbum consistente.

(No Blue Note)

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FONTE: Arquivo pessoal de Ricardo Grilli para o Projeto Improviso Brasil

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